Matemático apontava favoritismo japonês, mas Seleção venceu por 2 a 1 e garantiu vaga na próxima fase da Copa
O matemático britânico Tom Crawford, conhecido internacionalmente como o "Guru das Copas", voltou a repercutir durante a Copa do Mundo de 2026 após errar uma das previsões mais comentadas do torneio. Utilizando modelos matemáticos e inteligência artificial para projetar os resultados da competição, ele apontava o Japão como favorito para eliminar o Brasil nas oitavas de final. No entanto, a Seleção Brasileira contrariou os cálculos e venceu a partida por 2 a 1, garantindo classificação para as quartas de final.
Crawford ganhou notoriedade em Copas anteriores por desenvolver modelos estatísticos capazes de estimar as probabilidades de vitória das seleções. Para esta edição do Mundial, o pesquisador utilizou dados como desempenho recente das equipes, ranking da FIFA, estatísticas ofensivas e defensivas, além de algoritmos de inteligência artificial para simular milhares de partidas.
Antes do confronto entre Brasil e Japão, a projeção indicava que a equipe japonesa tinha maiores chances de avançar no torneio. Apesar do favoritismo apontado pelo modelo matemático, o desempenho brasileiro dentro de campo mudou completamente o cenário previsto.
Na partida, o Japão chegou a abrir o placar, mas o Brasil reagiu e conseguiu a virada por 2 a 1, confirmando a classificação e encerrando a participação japonesa na competição. O resultado rapidamente repercutiu entre torcedores e especialistas, que destacaram mais uma vez que modelos estatísticos trabalham com probabilidades e não com resultados definitivos.
Embora as projeções matemáticas tenham se tornado ferramentas cada vez mais utilizadas em grandes competições esportivas, especialistas lembram que fatores como estratégia, mudanças táticas, desempenho individual dos atletas, decisões da arbitragem e aspectos emocionais podem influenciar diretamente o resultado de uma partida.
Tom Crawford, que atua como divulgador científico e professor de matemática na Universidade de Oxford, costuma compartilhar suas previsões antes dos principais confrontos da Copa do Mundo, despertando interesse de torcedores ao redor do planeta. Mesmo com diversos acertos ao longo dos anos, o pesquisador reconhece que o futebol continua sendo um esporte de difícil previsibilidade.
A classificação brasileira reforçou justamente essa característica. Apesar das análises estatísticas apontarem um cenário favorável ao Japão, foi a atuação da Seleção dentro das quatro linhas que definiu o resultado, mantendo vivo o sonho brasileiro de conquistar o hexacampeonato mundial.